Programação

  • Tecnologias Educacionais, Multiculturalismo e Direitos Humanos

    Curso ainda em formatação.

    Em fase de testes.

    Sem previsão de Início. 

    Prof. Giovani M. Lunardi
    Fone/whatsapp: (48) 99602.6500
  • Módulo I - Novas Tecnologias e Direitos Humanos

    http://www.conectas.org/pt/acoes/sur/noticia/29797-novas-tecnologias

    O número de pessoas no mundo com acesso à internet subiu, entre 2009 e 2014, de 2 para 3 bilhões e chegou a cerca de 40% da população global, segundo a União Internacional de Telecomunicações da ONU. Este crescimento, acompanhado do maior uso de novas tecnologias digitais, leva organizações de direitos humanos a pensarem em novas estratégias para influenciar as atividades políticas.
     
    Mas se proporcionam para ativistas novas possibilidades, os avanços também têm o potencial de beneficiar violadores de direitos humanos. O tema é tratado em três artigos na edição 20 da Revista Sur.
     
    “A tecnologia digital revolucionou o campo dos direitos humanos”, afirmam Mallika Dutt e Nadia Rasul, respectivamente, presidente e assessora da Breakthrough, ONG com sede na Índia e especializada no combate à violência contra a mulher. O artigo diz que “as novas tecnologias de informação e comunicação não apenas aumentaram as formas tradicionais de ativismo na última década, como mudaram a própria natureza do advocacy”. 

    Veja vídeo de Mallika Dutt no lançamento da SUR 20 em Nova York: 
    Dutt e Rasul enfatizam que, ao amplificar as vozes de diferentes comunidades, a tecnologia digital transformou as oportunidades, os desafios e os riscos para todos no campo dos direitos humanos. O que inclui também os que violam estes direitos.
     
    Elas pontuam que a pornografia infantil, o tráfico de seres humanos e a prática da escravidão moderna são violações em ascendência nos últimos anos, em grande parte por causa dos novos meios digitais. Por outro lado, as autoras citam como exemplo positivo os blogueiros e jornalistas que exerceram papel importante nas revoltas egípcias dos últimos anos ao expor a brutalidade da polícia por vídeos e imagens compartilhados em tempo real no Twitter.
     
    Acesso e alternativas
     
    “Atualmente, os dados e a informação fluem a velocidades vertiginosas. A disponibilidade de fontes sofreu radicais transformações tanto na superação de barreiras de distância como na capacidade de armazenamento, processamento e divulgação”, diz Miguel Pulido, pesquisador e ex-diretor executivo da ONG mexicana Fundar, em seu artigo.
     
    "Os efeitos positivos da comunicação via Internet, não são só valiosos por seu alcance vertical (a audiência atingida pelo uso direto deste meio), mas também por seu impacto horizontal (a influência que têm sobre mídias convencionais e por essa razão um efeito literalmente multiplicador)", afirma.
     
    Pulido destaca o desafio de reter a atenção das pessoas levando em conta a enxurrada diária de informações na web. O ativista cita dados do Google de que, a cada 2 dias, se produz a mesma quantidade de informação online que havia sido gerada desde o surgimento da humanidade até o ano de 2003.
     
    "Se nós, ativistas de direitos humanos quisermos comunicar neste contexto temos na tecnologia um aliado com muito potencial. Para tanto é preciso entender que o fenômeno implica mudanças não só na etapa final da comunicação (como enviamos as mensagens) mas também na forma como as construímos", explica, reforçando que grande parte dos esforços de comunicação devem se concentrar na forma que mensagem será apresentada.
     
    A tecnologia também é importante para ativistas em cenários onde o governo censura outras mídias. Este é o caso do Camboja, onde Sopheap Chak dirige a CCHR (Cambodian Center for Human Rights), e as liberdades de imprensa e de expressão são frequentemente negadas.
     
    O preço acessível dos celulares locais facilita o crescimento da taxa de acesso à internet dos cambojanos (18% no total, um aumento de 17,5% em relação a 2009, segundo a CCHR), que usam cada vez mais mensagens de texto para se articularem politicamente e a cobertura 3G para acessar a web sem o uso de um computador.
     
    Segundo Chak em seu artigo Influência das novas tecnologias e comunicação no ativismo no Camboja, a crescente penetração da internet e o desenvolvimento de novas tecnologias têm contribuído para o aumento da participação da juventude no ativismo social, político e econômico no local.

    “No Camboja, o ativismo on-line como uma forma de engajamento é fundamental tendo em vista a falta de educação cívica e abusos generalizados de direitos humanos”, ressalta ela.     

    • Tópico 2

      http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br/2015/democratizando/

      O Campus Araranguá da Universidade Federal de Santa Catarina foi selecionado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República e Ministério da Cultura através do Projeto Circuito Difusão, como ponto de exibição para a 10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo de 2016. Por meio do projeto, pontos de exibição de todo o país se inscreveram para receber os filmes elaborados pela produção da Mostra que buscam suscitar o debate sobre os Direitos Humanos em âmbito nacional. As exibições acontecerão na Sala 118 e no auditório da Unidade Jardim das Avenidas do Campus Araranguá/UFSC, com acesso gratuito para toda a comunidade universitária e da região e também em escolas, associações e instituições que se interessarem pelo projeto.

      Os filmes são: Longas Metragens : 1 – Felix, O Herói da Barra – Edson Fogaça – 72 Min – Brasil – Classificação Livre Temática: Direito da População Afrodescendente 2 – 500 Os Bebês Roubados Pela Ditadura Argentina – Alexandre Valenti – 100 min – Brasil / Argentina – Classificação 12 anos Temática: Infância / Direito à Memória e à verdade 3 – Porque Temos esperança – Susanna Lira – 71 min – Brasil – Classificação 10 anos Temática: Registro Civil de Nascimento Média Metragem : 4 – Abraço de Maré – Victor Ciriaco – Brasil – 16 min – Classificação Livre Temática: Combate à Pobreza / Direito à Educação Curta Metragem : 5- O Muro é o Meio – Eudaldo Monção Jr. – Brasil – 15 min – Classificação 10 anos Temática: Direito à Participação Política 6 – Do Meu Lado – Tarcísio lara Puiati – Brasil – 14 min – Classificação Livre Temática: Diversidade religiosa A programação é a seguinte e também está em anexo: 10ª Mostra Cinema e Direitos Humanos no Mundo Secretaria de Especial de Direitos Humanos – SDH/PR Universidade Federal de Santa Catarina – Campus Araranguá/SC Secretaria de cultura e Arte/UFSC – SECARTE - Bolsa Cultura 2016 Sinopse dos filmes em: http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br/2015/democratizando/ Ponto de exibição selecionado: Campus UFSC - Araranguá/SC Unidade Jardim das Avenidas 29/06/2016 - quarta Local Sala 118 – Jardim das Avenidas 30/06/2016 - quinta Local Auditório – Jardim das Avenidas Horário 16:00 – 18:00 horas Sessão 3- DVD 3 Do meu lado – 14 min 500 – Os Bebês roubados pela ditadura Argentina – 100 min 18:00 – 20:00 horas Sessão 1- DVD 1 Abraço da Maré – 16 min Félix, o herói da Barra – 72 min Sessão 4- DVD 2 O muro é o meio – 15 min Porque temos esperança – 71 min 20:00 – 22:00 horas Sessão 2- DVD 2 O muro é o meio – 15 min Porque temos esperança – 71 min Sessão 5 - DVD 3 Do meu lado – 14 min 500 – Os Bebês roubados pela ditadura Argentina – 100 min Evento Gratuito – Aberto a comunidade em geral. Os participantes receberão certificado de atividades complementares: 02 horas cada sessão. Contato: posticsenasp@contato.ufsc.br – Fone: (48) 3721-6250 (14:00 às 17:00) Coordenador da Atividade: Prof. Giovani Lunardi - giovani.lunardi@ufsc.br Equipe: Natana Lopes Pereira (TIC), Lucas Koenig Schmidt (TIC), Marcela Morales De Franceschi (TIC), Gabriela Leopoldino (FISIOTERAPIA), Victoria Nunes de Almeida (FISIOTERAPIA). Inscrições - formulário disponível em: tecnologiasinclusivas.ufsc.br - https://docs.google.com/forms/d/1gnIP4_igaTehk_DIpL0Y4l3Cph1TOzQaFTe1_A3C4yA/viewform

      • Módulo 3 - Direitos Humanos, Internet e Tecnologia – DHITECH

        https://dhitech.wordpress.com/

        Direitos, Humanos Internet e Tecnologia – DHITECH
         
        Acesse o novo espaço da ANDHEP para a divulgação e discussão de notícias e pesquisas ligadas a direitos humanos, internet e tecnologia, como privacidade e liberdade de expressão, mídias sociais digitais, acesso à informação, vigilância e governança da internet.
         
        www.dhitech.wordpress.com

         

        • Tecnologias e Educação em Direitos Humanos

          Ciclo de Palestras "Tecnologias e Educação em Direitos Humanos"

          Em comemoração ao 10 anos da Lei Maria da Penha

          Palestra 

          Examinando o fenômeno de violência contra a mulher e Recursos tecnológicos para sua proteção.

          Palestrante: Del. Esp. Sônia Maria Dall'Igna

          Chefe da Divisão de Políticas de Segurança Pública para os Grupos Vulneráveis

          Departamento de Direitos Humanos/RS

          Secretaria da Segurança Pública/RS

          Especialista em Tecnologias da Informação e Comunicação aplicadas à Segurança Pública e Direitos Humanos - UFSC/SENASP.

          Mestranda em TICs/PPGTIC/Campus Araranguá/ufsc

           

          Data: 08.09.2016 – quinta.

          Horário: 19 hs às 21:00 hs.

          Local: Auditório - Campus UFSC/Jardim das Avenidas (UNISUL)

           Evento gratuito - aberto a comunidade em Geral

          Inscrições:

          - no formulário:  LINK

          - no local do evento.

           Haverá certificado de atividades complementares para os participantes.

          • Palestra Violência contra População LGBT e Histórico da Carteira de Nome Social

            Ciclo de Palestras "Tecnologias e Educação em Direitos Humanos"

             

            Em comemoração aos 68 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos

             

             

            Violência contra População LGBT e Histórico da Carteira de Nome Social

             

            Palestrante: Delegada Sônia Maria Dall'Igna

            Coordenadora do Serviço de Prevenção e Educação,

            Departamento Estadual da Criança e do Adolescente,

            Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul.

            Especialista em Tecnologias da Informação e Comunicação aplicadas à Segurança Pública e Direitos Humanos - UFSC/SENASP/MJ.

            Mestranda em TICs/PPGTIC/UFSC-Campus Araranguá

             

             

            Data: 03.11.2016 – quinta.

            Horário: 19:00 hs às 21:00 hs.

            Local: Auditório - Campus UFSC/Jardim das Avenidas (UNISUL)

            Evento gratuito - aberto a comunidade em Geral

            Haverá certificado para os participantes.

             

            Inscrições:

            - Site: tecnologiasinclusivas.ufsc.br

            - Formulário:  https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeX9Zc4XjJI4BowoTHINYuR2tS47rpk01aWGZZiFjiFuDs-2w/viewform

            No local do evento.

            Informações: posticsenasp@contato.ufsc.br

            Fone: (48) 3721-6955/6250

            Equipe organizadora: Gabriela L. Costa , Lucas K. Schmidt, Marcela M. Schiaffino, Natana L. Pereira.

             

                                                                                                  Coordenador:           

             

            Prof. Giovani M. Lunardi

            LabMídia/UFSC-Campus Araranguá

            Observatório de Tecnologias Inclusivas e Inovação Social

            PPGTIC/UFSC-Campus Araranguá/UFSC – ppgtic.ufsc.br

            Pós TIC SENASP - Campus Araranguá/UFSC – posticsenasp.ufsc.br

            ProjetoS de Extensão  PROBOLSAS 2016/PROSAUDE 2016.    

            • A raça do seu avatar pode alterar o seu comportamento em jogos eletrônicos?

              Jogos eletrônicos são uma crescente em constante evolução dentro da sociedade moderna. Ao contrário do acesso limitado e da simplicidade encontrados em meados dos anos 80 e início de 90, vemos hoje em dia toda uma gama de jogos, sendo que diversos nos permitem interagir com o mundo todo, que é o caso de jogos online.

              Dado esse fato, já é possível encontrar algumas pesquisas que tratam de analisar o grau de interação que possuímos com nossos eu's virtuais. O pesquisador Nick Yee, encontrou alguns padrões durante sua pesquisa, a qual ele denomina Proteus Effect. Isso significa, na prática, que damos aos nossos avatares comportamentos forma inconsciente. Por exemplo: jogadores com avatares atraentes compartilham mais ou jogadores com avatares altos são mais agressivos durante negociações.

              Sendo assim, nossos avatares exercem maior influência em nós do que muitas vezes gostaríamos de admitir. Jesse Fox, um professor da Universidade Estadual de Ohio, realizou uma pesquisa envolvendo estudantes universitários. Ao moldar réplicas virtuais dos envolvidos em dois comportamentos: parado e correndo em uma esteira, foi verificado que os estudantes que viram seu avatar correndo por alguns minutos ficaram mais suscetíveis a se exercitar durante as próximas 24 horas.

              Outra prova disso foi uma pesquisa realizada em Palo Alto, em 2010. Utilizando o jogo World of Warcraft, foi constatado que as pessoas estereotipavam que pessoas do sexo feminino curavam mais seus companheiros, o que na prática não foi confirmado. Todavia, foi visto que o avatar exerceu sua influência, independente do sexo do jogador. Avatares do sexo feminino curaram mais e do sexo masculino, menos. Independente do gênero do jogador.

              Reconhecendo como nossos avatares virtuais podem nos afetar, Brad Bushman foi coautor de um estudo que analisou o comportamento dos jogadores. Em um primeiro momento, 126 pessoas denominadas brancas (60% do sexo masculino) jogaram o jogo Saints Row 2, que é reconhecido por sua violência. No estudo cada pessoa jogou com um avatar branco ou negro, de forma aleatória.

              Para analisar o caso, cada jogador recebeu um objetivo violento e um não violento. Constatou-se que quem jogou com um avatar negro, somado a um objetivo violento, demonstrou uma maior percepção negativa em relação aos negros do que aqueles que jogaram com um avatar branco. Adicionalmente, um teste foi realizado para determinar padrões inconscientes e os resultados novamente demonstraram que quem jogou com um avatar negro somado a um objetivo violento, demonstrou maior negatividade. Por conclusão, neste caso houve uma reação negativa do raça em relação ao que o jogador sentia dentro do mundo real.

              Todavia, ainda não existem muitos estudos que tratam desse assunto atualmente, mas considerando como podemos ser influenciados pelos nossos avatares e como nosso eu virtual está conectado com nossa vida real: é seguro avaliar que jogos eletrônicos estando cada vez mais complexos, passaram a ter um grande poder dentro da vida das pessoas. Espera-se que novos estudos poderão ser feitos a partir de jogos como "Rust", que contam como uma base de jogadores gigantesca e designa uma raça fixa a seu jogador.

               

              Referências:

              http://www.slate.com/articles/technology/future_tense/2014/01/proteus_effect_world_of_warcraft_nsa_virtual_worlds_have_real_effects.html

              http://researchnews.osu.edu/archive/raceavatar.htm

              http://steamed.kotaku.com/rust-chooses-players-race-for-them-things-get-messy-1693426299

              https://www.youtube.com/watch?v=qBuHfMJXm7k

              Vídeo:

              • Webinar: Social Enterprise and Women’s Empowerment

                SAiba mais sobre as correlações entre negócios sociais e empoderamento feminino neste webinar realizado pela Aspen Network of Development Entrepreneurs (ANDE)  em parceria com o British Council.

                Serão debatidos temas como:

                • Por que as mulheres estão escolhendo os negócios sociais?
                • Os negócios sociais são uma plataforma eficaz para o empoderamento feminino?
                • As mulheres têm acesso igualitário aos recursos necessários para desenvolver negócios sociais?
                • Até que ponto os negócios sociais desafiam ou reforçam estereótipos de gênero?
                • Os negócios sociais estão promovendo uma mudança de percepção e comportamento dos homens em relação às mulheres?

                Na ocasião, também serão apresentados os resultados preliminares de uma nova pesquisa sobre o tema comissionada pelo British Council, com foco no Reino Unido, Brasil, Estados Unidos, Índia e Paquistão. Aproveite esta oportunidade e participe! 

                A inscrição no webinar é gratuita. Todo o evento será realizado em inglês, sem tradução.

                * Horário de Brasília

                • Tópico - Exemplos de Tecnologias Educacionais, Multiculturalismo e Direitos Humanos

                  Este tópico foi desenvolvido pelos acadêmicos Natália Mattiola e João Antonio Farias, para a disciplina de Tópicos Especiais em Educação e Cultura Digital, do curso de Tecnologias da Informação e Comunicação, da UFSC, no semestre 2017/1. 

                • Projeto de Pesquisa Human Rights and Social Justice in the Digital Age

                  https://www.hrbdt.ac.uk/

                  Our Research

                  Our research, which spans four inter-related Work Streams, adopts numerous methodologies, varying from desk-based research to qualitative interviews.

                  The Project is organised into four Work Streams. The first Work Stream focuses on overarching and synthesising themes. This is complemented and informed by three in-depth studies:

                  • State and non-State surveillance;
                  • Health as an example of using big data and associated technologies for accountability purposes and evidence-based approaches to human rights;
                  • Advancing human rights and humanitarian responses through the use of big data and associated technologies.

                  The Project uses multiple methodologies, including desk-based research, qualitative interviews, econometrics, comparative case studies and computational techniques.

                  You can find more information about research currently being undertaken across the Project’s four Work Streams via the drop down menus at the top and side of the page.

                  Outputs over the course of the Project will include, inter alia, books, articles, policy papers, blogs and podcasts. Please check back regularly under Our Publications for our most recent outputs.

                  • Tópico 10

                    • Tópico 11

                      • Tópico 12

                        • Tópico 13

                          • Tópico 14

                            • Tópico 15

                              • Tópico 16

                                • Tópico 17

                                  • Tópico 18

                                    • Tópico 19

                                      • Tópico 20

                                        • Tópico 21

                                          • Tópico 22

                                            • Tópico 23

                                              • Tópico 24

                                                • Tópico 25

                                                  • Tópico 26

                                                    • Tópico 27

                                                      • Tópico 28