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Abertura da OFICINA: Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE

 
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Abertura da OFICINA: Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE
por Maria Fernanda Baeta Neves Alonso da Costa - Tuesday, 19 May 2015, 16:44
 

Prezados colegas,

Amanhã, dia 20/05/2015 iniciaremos a segunda Oficina sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem- SAE.

Convidamos todas (os) para leitura dos textos inseridos no moodle.

Também, enviamos pelo fórum uma questão reflexiva sobre a SAE. Esperamos que todas (os) contribuam postando a sua resposta.

Vamos aquecer a discussão sobre a SAE!

Um grande abraço.

Maria Fernanda.

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Re: Abertura da OFICINA: Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE
por Ivonete Teresinha Schulter Buss Heidemann - Thursday, 21 May 2015, 09:53
 

Como trabalhar a SAE respeitando o referencial teórico de cada professor/eou enfermeiro?

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Re: Abertura da OFICINA: Sistematização da Assistência de Enfermagem - SAE
por Lucas Alexandre Pedebôs - Friday, 22 May 2015, 00:26
 

Eu não considero possível sempre respeitar o referencial teórico de cada professor/enfermeiro.

E mesmo que fosse possível, não seria interessante.

As teóricas clássicas de enfermagem, por exemplo, que deram grande contribuição para o arcabouço teórico da profissão, e que acabaram expandindo a prática da enfermagem, não servem mais, isoladamente, ao paradigma da saúde coletiva, principalmente quando pensamos na atenção primária.

 

Assim, se torna improvável (para não dizer impossível) que um enfermeiro que adota a visão supostamente inequívoca de uma única teórica seja capaz de entender a complexidade de um ser humano fora de um ambiente controlado como um hospital.

Quando em um leito, o usuário pode se tornar facilmente um mero objetivo de intervenção da prática. E este objeto pode não estar claramente escancarado através do referenciamento ao mesmo como "o pé diabético" ou "o paciente do 501". Analisar uma pessoa a partir de uma única vertente teórico é, também, reduzí-la a um único aspecto de observação.

 

Na atenção primária, onde o usuário é um pouco mais dono da sua autonomia, a redução do olhar a partir deste ou daquele prisma não se torna possível.